15.04
às
12:41

karine e adner

Às vezes, quando somos mais novas, pensamos tanta bobagem a respeito de tantas coisas. E na maior parte das vezes nem é. Esses dias eu tava conversando com o bonito sobre como nós nos conhecemos e vi que antes de conhecê-lo, eu realmente não sabia o que era o amor entre menina-mulher/homem-mulher ou que seja.

♥ Timidez com o corpo nada tem a ver

Você, eu e as famosas somos do mesmo jeito. Temos um sinal vermelho no rosto, pra não chamar de espinha, tenho outras milhares de imperfeições. Mas seria meio idiota dizer que existe alguém perfeito né? Sei lá, não teria graça. Andar de biquíni pela praia ou ir a piscina não quer dizer nada, a não ser muita diversão com amigos/família ou apenas conhecidos. É bobagem achar que a menina lá tem um corpo melhor que você. Acredite: ela já deve ter se olhado no espelho e não ter gostado do que vê. Mas isso é bobagem, menina. E, com o tempo, aprendi a ver o lado positivo de ter meu corpo bem assim, como o meu.

♥ O homem da sua vida não é aquele cara que você chora

Nossa, se eu soubesse que essa frase faria sentido agora, eu não teria perdido tempo na minha vida há uns anos atrás. Mas que seja. Erros existem e, blá, vocês já conhecem essa história. Talvez eu não tivesse permitido fazer os olhos brilharem antes disso tudo ou apenas eu tivesse sido eu mesma. Talvez nunca tenha contado aqui, mas algumas vezes tentei ser o que não era pra agradar alguém. Agora percebo que nunca precisei disso, que o meu jeito por si já fez tudo. A vida me proporcionou alguém tão especial que nunca imaginei que fosse ser.

karine e adner2

♥ Pessoas que poderiam estar do meu lado só precisam entender meus planos

Essa tarefa foi muito dolorosa no início. Quando contei a pessoas da minha família sobre o blog, talvez eles disseram “perda de tempo”. Eu sempre fui teimosa, sabe? E nunca permiti que alguém me subestimasse. E aqui estou, falando com vocês sobre algo que consegui com o tempo, o apoio da família e amigos. Foi difícil? Foi. Mas o que custou? Só o tempo disse a mim “tenha calma”. E eu tive. Ainda tenho.

♥ Sorrir é o melhor remédio pra dor, tempo e outras coisas ruins

Posso contar um segredo? Meu sonho é poder me dedicar em tempo integral ao que eu faço com amor. Ok, vocês já sabem. Mas, às vezes, dá vontade de desistir, dá raiva, dá vontade de chorar e outras coisas mais. Mas é assim. Se fosse só riso, talvez eu não desse tanto valor ao que eu faço agora. Livros que prometi publicar, ainda não publiquei. Falta de tempo? Não. Excesso de cansaço mesmo. Mas eu espero que não demore muito a publicar meu livro que, claro, será virtual e etc. Não importa. Sorrir sempre. Tudo passa. E passa lento. Mas passa.

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♥ Andar sozinho é melhor que andar mal acompanhado

Isso se chama confiança. Quando eu era mais nova, eu não podia andar sozinha. Andar só é o cúmulo, é feio, patético e um monte de coisas. Mas aprendi que é muito melhor andar só do que com alguém que fala mal de você pelas costas ou que, sei lá, não tem o mínimo de respeito com você. Depois que coloquei isso na cabeça, nunca mais fui a mesma. Andar só é sinônimo de tranquilidade, felicidade e coisas boas. Sempre penso e tenho minhas ideias (boas ou ruins, não sei). Mas são.

karine e adner4

As fotos foram no automático, a câmera estava no tripé! :P

E aí, o que vocês acharam? Você é insatisfeita com o corpo? O que você aprendeu com o tempo? O que você faria diferente?

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Karine Clessia




14.04
às
23:15

Karine Clessia radio13

EI! Que felicidade estar novamente aqui. Confesso que meus dias estão passando muito rápido e estou cada dia com menos tempo e mais cansada :( Apesar disso, gostaria de compartilhar essa felicidade com vocês aqui. Vocês que acompanham meu namoro, sabem o quanto esse momento é importante pra mim. Enfim, tá tudo acontecendo muito rápido.

Domingo é dia de fotografar look e basicamente usei a blusinha fofa (você pode comprar aqui) que recebi esse mês. Confesso que fico feliz de poder, aos poucos, crescer um pouco com a loja virtual.

Karine Clessia radio

Aproveitei pra usar aquele rádio fofo que tenho aqui em casa. Quem aí lembra dele aqui no blog? Enfim, apostei nesse chapéu branco que super combinou com o estilo (cairia melhor ainda se fosse na praia!) do look.

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Karine Clessia radio9

Essa bolsa maravilhosa comprei num bazar no Shopping da Ilha que teve aqui. Não lembro mais quanto paguei, mas eu acho que valeu super a pena! :-)

Resumo do Look:

Short: Centro de Fortaleza (paguei R$35)

Blusinha: Loja Nós na Gravata

Bolsa: Bazar do Shopping da Ilha

Chapéu: Loja Nós na Gravata

Sapatilha: Zaxy

Cardigã: C&A

E aí, vocês gostaram das fotos? E do look?

As fotos foram feitas por @adnersoares.

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12.04
às
10:17

gatsby

Quem é fã de clássicos provavelmente já leu O Grande Gatsby, mas, para mim, foi a primeira experiência com um clássico como este. Movida pela curiosidade após o lançamento do filme, o qual eu me apaixonei pelo elenco e pelo figurino, e querendo poder assisti-lo logo (e porque tava na promoção e era hardcover e não se pode perder uma oportunidade dessas!), comprei o livro.

A obra-prima de Scott Fitzgerald, narra a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda, certo de que ela vai aparecer. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece – Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.

O Grande Gatsby não é um livro extenso e sim curto e de fácil entendimento graças as novas edições que adaptam a obra para uma linguagem mais atual (o livro fui publicado em 1925). É bem narrado e mostra uma ponto de vista diferente do que estamos acostumados, a história é contada por um personagem coadjuvante, que tem uma visão diferente dos protagonista. Apresentando assim a história de uma maneira diferente que nos encanta pela originalidade.

Um dos palcos da história são as glamourosas festas dadas por Gatsby, que era aceito mesmo quando havia boatos ruim sobre ele pelo simples fato de dar estas festas. Ninguém realmente se importava com o anfitrião, bastava ter um taça na mão e música no salão para todos o amarem. Enquanto Nick, apesar de idolatrar ricos e o glamour da época, não se conformava com o materialismo desenfreado de muitos.

E isso foi um ponto que Fitzgerald soube trabalhar, a construção dos personagens. Gatsby que é tão apaixonado, desejando o amor de verão e querendo tê-lo por toda a vida, não se importando com o dinheiro que tinha, mas sim em conquistar a mulher amada. Daisy, a qual eu nutro um ódio, com uma personalidade inconstante e misteriosa. E Nick que ajuda a juntar Daisy e Gatsby, entende como ninguém o seu vizinho, apesar de não compreender o mundo dele.

Mas nem tudo é um mar de rosas e o desfecho do livro deixou a desejar. O final traz uma tragédia que me surpreendeu, porém faltou serem fechadas algumas lacunas da história. E eu odeio quando o livro acaba e ainda há algumas coisas que gostaria de saber, e não há continuação do livro! O que eu mais de saber é o que aconteceu com a Daisy.

A minha edição é a hardcover e bilíngue da editora Landmark.

Vocês já leram O Grande Gatsby? O que acharam da resenha? Me contem!

Foto: Karine Monteiro

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Karine Monteiro


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